PARAZINHO IN FOCO:PREFEITO DE GRANJA USA E ABUSA DOS FUNCIONÁRIOS CONTRATADOS TEMPORÁRIOS


PREFEITO DE GRANJA DESVIA ATENÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS CONTRATADOS DO MUNICÍPIO DE GRANJA, PARA NÃO PAGAR NENHUM CRÉDITO (ABONO) AOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

A reunião realizada no dia 14, por ordem do digníssimo prefeito municipal, tinha como objetivo principal mudar o foco das atenções daqueles profissionais, a fim de não pagá-los os créditos citados. Para tanto o nobre prefeito, se valeu da sua condição de chefe do executivo municipal, para obrigar a todos os contratados a participarem da citada reunião, sob pena de perderem seus empregos. Obrigar funcionários a participar de reunião de interesse exclusivo do prefeito e suspender aulas, guarda no mínimo, um forte apelo eleitoral e um característico abuso de poder. Desta maneira, tal reunião foi transformada num campo individualista, repleto de argumentos derrotistas. Colocar funcionários na linha de frente de interesse particulares de seus algozes é envolvê-los em algo que não lhe pertence.
Persuadi-los a buscar algo que não existe, é outro objetivo do prefeito, pois as demissões anunciadas por ele, jamais existiram, assim como não há nenhuma responsabilidade da Câmara Municipal de Granja, frente aos fatos. Tudo isso pode ser comprovado e fundamentado por farta documentação na Câmara Municipal  e no Fórum local, disponível a quem interessar. Proceder, dessa forma, foi uma humilhação aos nossos funcionários contratados, pois retirá-los dos seus afazeres, para atender aos caprichos do prefeito foi uma falta de respeito. Esse foi mais um ato nefasto do prefeito municipal, pois causou prejuízos aos .professores, alunos e familiares, assim como, aos motoristas dos transportes escolares que deixaram de cumprir com as obrigações para as quais são pagos. Lembramos aqui que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB-9394/96), foi ferida, quando esta determina que será 200 dias letivos dedicados à formação do aluno, sendo portanto, necessário a reposição do dia 14/10/11 que foi arbitrariamente retirado dos mesmos.
Levar compulsoriamente, os funcionários a ouvirem calunia, difamação e outros subterfúgios imorais para atender aos seus caprichos é violar o direito subjetivo daqueles que nada têm a ver com interesses particulares do prefeito. Na verdade, os funcionários sabem que tudo isso não passa de armação do prefeito para culpar a oposição pela sua ingerência administrativa.
Lembramos ainda que o prefeito municipal esqueceu de parabenizar aos professores pelo seu dia, porque estava voltado apenas para seus interesses escuros e particulares.
Onde estão as prerrogativas de um cidadão livre? Lembramos mais uma vez que não vivemos em um absolutismo monárquico, onde só o rei manda e os servos obedecem. (parazinho in foco)   

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