GRANJA E CAMOCIM SEM SEGURANÇA PÚBLICA! E AGORA?

Do ponto de vista moral, a luta dos policiais militares por seus direitos é válida, e com certeza tem o apoio da grande maioria da população cearense. Já legalmente, a justiça entendeu que não, tanto que decidiu ontem pela imediata volta ao trabalho de todos os grevistas, sob pena de multa diária de R$ 500, 00, por cada policial engajado no movimento. Por outro lado, e falo do lado que não tem absolutamente nada a ver com essa “guerra de titãs”, ou seja, o lado do povo, se a coisa já estava ruim, agora piorou de vez. Camocim, Granja e outras cidades vizinhas, com a greve iniciada no início da noite de segunda-feira (02), quando cerca de 60 homens se aquartelaram na sede da companhia, juntamente com esposas, filhos e todas as viaturas que faziam o policiamento diário da cidade, vive um momento de medo e apreensão, sobretudo porque a adesão começou exatamente na semana em que os bancos estão pagando aposentados e pensionistas, classes que fazem mover a locomotiva da economia local. O corredor bancário está desprotegido totalmente, seguido do centro comercial, e por tabela, a população em geral. Faz-se urgente e necessário nesse momento que o Prefeito Chico Vaulino (PP), Vereadores, Deputados, instituições bancárias e outras como a Câmara de Dirigentes Lojistas e Associação Comercial, enviem solicitação ao Governador Cid Gomes, exigindo imediato envio de homens da Força Nacional de Segurança e do Exército Brasileiro para fazerem existir um direito que foi tolhido do cidadão camocinense, sua segurança, devidamente paga a peso de ouro através dos impostos embutidos nos serviços e produtos consumidos por ele.  Ou será que até nesse momento vai reinar a omissão e o silêncio? Só esclarecendo: Se nenhuma autoridade constituída requisitar pelas vias legais a segurança para Camocim, ela não virá automaticamente. Afinal, ninguém sabe o que o calado quer.
Fonte:camocimonline

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