SUPREMO NEGA PEDIDO DE JUIZ PARA SER CHAMADO DE DOUTOR


Tudo começou com um pronome de tratamento. Tudo acabou na noite de terça-feira, 22 de abril, 10 anos depois, sob os auspícios do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou o recurso de juiz carioca, Antonio Marreiros da Silva Melo Neto, juiz titular da 6ª Vara Cível de São Gonçalo, que deveria obrigar os funcionários do condomínio onde morava a tratá-lo por “doutor” ou “senhor”.

O caso chama atenção por dois motivos: o primeiro é como uma picuinha de condomínio pôde parar na mais alta instância do Judiciário. O segundo é pela tentativa de impor as regras de tratamento da arena dos tribunais às normas de convívio social.


(Zero Hora)

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